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Mostrando postagens de junho, 2026

A arte de sentir e deixar ir

​ Meu filme preferido sempre foi Comer, Rezar e Amar . Assisti quando tinha 16 anos e agora, quase duas décadas depois, estou lendo o livro. Eu acredito muito na ideia de que algumas coisas chegam até nós exatamente no momento em que precisamos delas. Tudo depende da consciência que temos para compreender determinada experiência. Talvez a vida seja mesmo como um videogame: precisamos passar de fases, aprender certas lições e amadurecer para acessar novos níveis de consciência. Eu me identifico muito com a protagonista e autora, Elizabeth Gilbert. Ela é intensa, curiosa, profunda, sente as coisas de uma maneira que me toca. Sempre enxerguei meus vínculos como algo que vai além de simples relacionamentos; são conexões profundas, quase difíceis de explicar. Uma parte do livro que me fez refletir profundamente é quando ela está na Índia, tentando meditar, mas não consegue parar de pensar no homem por quem era apaixonada e no casamento que não deu certo. Em uma conversa com um colega, ela d...