Terminei o livro que estava lendo e tive ainda mais certeza de que o universo, em sua sabedoria, nos ampara e nos envia sinais, intuições e insights para nos mostrar caminhos. Quando eu tinha entre 25 e 27 anos, estava vivendo um momento muito difícil emocionalmente. Na verdade, minha vida parece uma linha tênue entre momentos difíceis, crises existenciais e recomeços. Lembro de estar profundamente insatisfeita com a minha vida e comigo mesma. Eu era extremamente negativa, estava dominada pelo ego e parecia incapaz de enxergar qualquer possibilidade diferente. Até que um dia entrei em um sebo e encontrei um livro que mudou minha vida. Ontem, enquanto fazia uma pesquisa, li um trecho que dizia que o plano espiritual pode se comunicar conosco por meio de sincronicidades, pessoas, intuições e livros. Talvez essas mensagens estejam sempre ao nosso redor, mas nossa percepção depende do nível de consciência em que estamos. Podemos reconhecê-las ou ignorá-las. A escolha depende também do quan...
Meu filme preferido sempre foi Comer, Rezar e Amar . Assisti quando tinha 16 anos e agora, quase duas décadas depois, estou lendo o livro. Eu acredito muito na ideia de que algumas coisas chegam até nós exatamente no momento em que precisamos delas. Tudo depende da consciência que temos para compreender determinada experiência. Talvez a vida seja mesmo como um videogame: precisamos passar de fases, aprender certas lições e amadurecer para acessar novos níveis de consciência. Eu me identifico muito com a protagonista e autora, Elizabeth Gilbert. Ela é intensa, curiosa, profunda, sente as coisas de uma maneira que me toca. Sempre enxerguei meus vínculos como algo que vai além de simples relacionamentos; são conexões profundas, quase difíceis de explicar. Uma parte do livro que me fez refletir profundamente é quando ela está na Índia, tentando meditar, mas não consegue parar de pensar no homem por quem era apaixonada e no casamento que não deu certo. Em uma conversa com um colega, ela d...