Já se pegou olhando para sua vida e se perguntando: “É só isso?” Não por ingratidão, mas porque sente que falta algo, intensidade, significado, novidade. Crescemos ouvindo que precisamos ser gratos pelo que temos, mas e quando o que temos não nos basta?
Vivemos cinco dias para aproveitar dois. Passamos horas dedicados a algo que não nos preenche. E, no fim do dia, resta a sensação de que o tempo escorreu pelas mãos. Queremos mais. Mas o que é esse “mais”? E como encontrar um equilíbrio entre aceitar a vida como ela é e construir a vida que desejamos?
Quando se é jovem, temos a percepção de que temos todo o tempo do mundo, que podemos conquistar tudo, que tudo é possível. Sinto falta desse otimismo e impulsividade, de enfrentar as coisas com a certeza absoluta de que tudo daria certo e, por realmente acreditar com cada molécula do meu ser, as coisas realmente davam certo. Hoje, a cautela e a preocupação andam de mãos dadas com cada passo meu. Até o tempo tem outra cara. Quase não arrisco mais.
Sem saber para onde ir ou o que fazer para sair dessa caixa que nós mesmos criamos. Talvez fosse mais fácil ser aquele tipo de pessoa satisfeita com tudo, que não deseja constantemente abraçar o mundo e tudo que existe.
Queria que a rotina me bastasse.
Que o que eu tenho me bastasse.
E não ter essa angústia constante pelas coisas que poderiam ser.
pegou olhando para sua vida e se perguntando: “É só isso?” Não por ingratidão, mas porque sente que falta
Já se pegou olhando para sua vida e se perguntando: “É só isso?” Não por ingratidão, mas porque sente que falta algo – intensidade, significado, novidade. Crescemos ouvindo que precisamos ser gratos pelo que temos, mas e quando o que temos não nos basta?
Vivemos cinco dias para aproveitar dois. Passamos horas dedicados a algo que não nos preenche. E, no fim do dia, resta a sensação de que o tempo escorreu pelas mãos. Queremos mais. Mas o que é esse “mais”?
Sem saber para onde ir ou o que fazer para sair dessa caixa que nós mesmos criamos. Talvez fosse mais fácil ser aquele tipo de pessoa satisfeita com tudo, que não deseja constantemente abraçar o mundo e tudo que existe.
Queria que a rotina me bastasse.
Que o que eu tenho me bastasse.
E não ter essa angústia constante pelas coisas que poderiam ser.
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